Lógica
cel14
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> POR FAVOR ME MANDEM UM UM TEXTO COM CASOS DE COMBUSTÃO EXPONTANÊA LUGARES E QUANDO ACONTECEU POR FAVOR E MANDEM TAMBÉM O QUE É, POR FAVOR !!!!!

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anjonatasha

Combustão humana espontânea (CHE) (em inglês Spontaneous human combustion, SHC) é a designação de umaLenda urbana moderna segundo a qual corpos humanos podem entrar em combustão sem uma razão aparente.[1] O uso da CHE para explicar a combustão de corpos humanos, tanto em relatos e notícias quanto na literatura, compartilha características comuns tanto quanto às circunstâncias como quanto aos restos mortais da vítima.[1]Casos nos quais cadáveres queimados foram encontrados em locais que exibiam pouco ou nenhum sinal de fogo já foram documentados, inclusive recentemente.[2] Contudo, as afirmações de que esses casos são o resultado de um fenômeno inexplicável são consideradas meras especulações, pois faltam evidências científicas.[1] A combustão espontânea de corpos humanos nunca foi testemunhada por ninguém e também faltam as provas da existência do fenômeno.[1]Índice  [mostrar] História[editar | editar código-fonte]O primeiro relato conhecido de um caso de CHE é de autoria do anatomista dinamarquês Thomas Bartholin que, em 1663, descreveu como uma mulher, em Paris, "foi reduzida a cinzas e fumaça" sem que o colchão de palha em que dormia, fosse danificado pelo fogo.Pouco depois, o francês Jonas Dupont relatou uma série de casos semelhantes, na obra "De Incendiis Corporis Humani Spontaneis" (1673).No segundo quartel do século XIX, M. J. Fontelle reviu alguns casos perante a Academia Francesa de Ciências (1833), tendo observado que as vítimas tendiam a ser mulheres idosas que consumiam bebidas alcoólicas e que os danos do fogo não se estendiam aos materiais inflamáveis como álcool ou querosene próximos ou mesmo no corpo delas.Em 2011, o investigador irlandês Dr Kieram McLoughlin atribuiu a morte de Michael Faherty, de 76 anos, à CHE, sendo o primeiro destes casos em seus 25 anos de experiência.[2]Em 2013 a mãe de um bebê de três meses internado no Kilpauk Medical College Hospital em Xinin (Índia) alegou que o mesmo havia sofrido queimaduras devido à combustão espontânea em quatro diferentes ocasiões.[3] O bebê, segundo a mãe, havia pego fogo espontaneamente pela primeira vez aos nove dias de idade.[4] Contudo, exames realizados com o bebê não haviam revelado nenhuma anomalia com o mesmo, o que levou os médicos a descartar a hipótese apresentada pela mãe, levantando ainda suspeitas de que as queimaduras resultem na verdade de maus tratos por parte de seus pais.[5]Características[editar | editar código-fonte]Existem muitos relatos de mortes atribuídas à CHE nos últimos 300 anos, porém poucas delas foram analisadas por especialistas.[2] Os casos de mortes atribuídas à CHE por investigadores e contadores de histórias ao longo do tempo apresentam algumas características em comum:a vítima é quase completamente consumida pelas chamas, geralmente no interior da própria residência;[2]os primeiros a encontrar os corpos carbonizados relatam ter percebido o cheiro de uma fumaça adocicada nos cômodos onde o fenômeno ocorrera;os corpos carbonizados apresentam as extremidades (mãos, pés e/ou parte das pernas) intactas, mesmo que o dorso e a cabeça estivessem irreconhecíveis;o cômodo onde o corpo é encontrado mostra pouco ou nenhum sinal de fogo, salvo algum resíduo na mobília ou nas paredes.[2]Em casos raros:os órgãos internos da vítima permaneciam intactos, enquanto a parte externa era carbonizada;alguns sobreviventes desenvolveram queimaduras estranhas no corpo, sem razão aparente para tal, ou emanaram fumaça sem que existisse fogo por perto.Contudo, a possibilidade de que um corpo humano entre em combustão de forma espontânea é remota, por ser o corpo formado principalmente de água, e, apesar de ter metano e gordura, é muito difícil queimar um corpo; a cremação, por exemplo, requer temperaturas da ordem de 900 °C.[1]

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